
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
(reload)
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Quero ter-te e não te ter.
Amar-te sem ser amada.
Saber-me amada mas nada sentir.
Quero que me odeies para por ti lutar.
Quero que me ames e que nos teus beijos mo digas.
Quero que vivas para mim e por mim.
Quero que esqueças que eu existo para que assim sinta dor.
Quero que repitas o meu nome sempre e que sussurres o quanto me amas.
Sabes amor… Estás-me sempre na pele, na mente, até no andar e no dormir.
Gosto de sentir saudades tuas mas é tão bom ter-te aqui sempre junto a mim.
Os antagonismos do sentir são ondas e marés vivas nas minhas veias: dão vida, luz e cor.
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by Mad (aliciante)
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
terça-feira, 23 de outubro de 2007
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Fim de semana...
Sábado,
Excelente, adorei o LUX, sem dúvida uma bela discoteca, bonito espaço com boa música.
Domingo,
20 minutos de atraso, entrada negada (com muita razão!)
fiquei muito f***** Mr. Corley
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
terça-feira, 16 de outubro de 2007
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
vamos sair logo?
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
PILHADO...
Ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua vida privada, na sua família, no seu domicílio ou na sua correspondência, nem ataques à sua honra e reputação. Contra tais intromissões ou ataques a pessoa tem direito a protecção da lei.
in Declaração Universal dos Direitos do Homem, art. 12.º
"és capaz de assobiar a música do david fonseca por escrito?"
"sou ateu mas acredito na morte depois da vida."
Last Breath
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
terça-feira, 9 de outubro de 2007
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Ontem!
No fundo, tenho medo. Medo de te voltar a ver.Medo de que as minhas mãos voltem a ser mãos outra vez e disparem dos pulsos para te despentear o cabelo e apertar-te os nós dos dedos, entalando-te as falanges como se fosses criança a quem cuidasse de atravessar a rua.
Medo de que o meu corpo se lembre da fome que te teve e se queixe ruidosamente, como um estômago vazio; de que me dês água na boca e que de deserto árido passes a fonte de trevas com neptunos sumptuosos e fundos forrados a desejos.
Medo de pensar que não te vejo desde ontem e de por isso não te rever, saudosa, antes achando que nunca nos fomos e que ainda nos damos as mãos, algures por ai.
Medo de, afinal, te ter esquecido em vão e de que nos encontremos de novo a meio de inocuidades gentis, amorosamente gentis; e de que tenhamos, inesperadamente, muito cuidado com os gestos, como se contornássemos vidros partidos ou fios descarnados.
Medo de dar com os teus olhos e de neles mergulhar de cabeça, de engolir pirulitos, nadar-te e por ti ficar, num boiar infinito.
No fundo, tenho medo de que a mera possibilidade da tua presença me diminua a graça dos dias. Por isso me quedo.
(a.
www.umamoratrevido.blogspot.com)
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
VERMELHO
véu
virgem
valor
vaidade
vantagem
vinho
veneno
vontade
vertigem
vertigem
vibração
volta
verde
ver
vacilar
vacilar
voz
varinha
terça-feira, 2 de outubro de 2007
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
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