sexta-feira, 31 de agosto de 2007

BOM FIM de SEMANA...

(ACHO!!! que fiz asneira e o PC está revoltado, não me deixa publicar uma boa foto para me desejar um bom fim de semana)
...

É assim que me tens


Não sei se estou aconchegada
Se suspensa no tempo dos afectos

Não sei se a tua mão,
Segura um carinho teu
Ou reprimes um toque meu

É assim que me tens…
É assim que me sinto…

nas palmas das tuas mãos…

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

gosto De...

poemas que não se escrevem
palavras que não se dizem
abraços que ficam por dar
beijos que permanecem no ar
vozes mudas que ensurdecem
sexo sem amor
paixão sem sexo
fazer amor
olhar e ver
perceber
não perceber
noite, do escuro, do culto e do oculto, das sombras
dia, dos raios de sol no rosto
mar
água gelada
anoitecer e do ocaso
querer e não ter
desejar
sonhar e alcançar
lutar
desafios impossíveis
remar contra a maré
não ter medo

não ter medo de ter medo
arriscar sempre
nunca desistir
ser teimosa
saber ceder
ser tolerante
ser intolerante
estar serena
ser mulher
saber quem sou
saber de onde venho
me orgulhar do meu caminho
ser como sou
ser quem sou.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Sting - When We Dance

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

BOM DIA...


alguém pode me dizer
se estava prevista na palma da minha
mão
esta paixão...
se estava já escrita e demarcada
na linha da minha vida
...
e tinha que ser vivida

ou foi um desgoverno repentino
...
ou foi um desatino, uma loucura
...
que ... agora eu trago
marcada
na palma da minha mão


Bruna Lombardi

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Bebel Gilberto. So Nice.

Erotismo na Cidade: Escrita vadia

Erotismo na Cidade: Escrita vadia

BOM FIM de SEMANA...

.............................................................................t'esperando

VIAJADA...

"... os meus olhos vão-se abrindo lentamente...estou a acordar;não reconheço o tecido suave dos lençóis que sinto sob o meu corpo despido e descoberto, nem tampouco a cama que me envolve!!!
ainda antes de, os meus "olhos começarem a ver", o primeiro facto, que os meus sentidos me "mostram", é de que fui "alvo" de uma noite de sexo (heterossexual) impiedosa.

Sinto o cheiro do ar condicionado; ouço uma música, uma batida, bem baixinho, sem voz e, muito envolvente; luz ténue;
Começo a olhar o que me rodeia: um quarto gigante e, tão bem decorado que, bota medo só pensar tocar em alguma coisa;
os lençóis, são pretos, envoltos no castanho quente da madeira que reveste a cama;
cama essa, com pelos menos 12 m2 de área;
do meu lado direito: uma mesa vazia que, mais que preta, é negra, assente num tapete branco e aveludado, rodeada por cadeiras castanhas;
uma luminária de presença, ao canto;
na parede, "woman at the window - salvador dali", como que embrulha a mesa;do meu lado esquerdo: somente uma parede e uma porta, branca e castanha, respectivamente;
em frente: somente uma longa cortina, em tons de beije sujo, encobrindo o que possa estar por detrás;
toda a parede contigua à cama, é corrida por um móvel, também ele negro... baixo, não mais que 80 cm, sem nada por cima, exceptuando do meu lado esquerdo, onde um cigarro, com o rasto da cinza coerente e continua que o acusa de que foi somente pousado, vai soltando a ultima fumaça... num simples cinzeiro.

O meu relógio digital, marca 15:12;

Levanto-me da cama, mas não acho a minha roupa.
Sigo para a cortina em frente, abro-a e...
não encontro uma janela, nem uma parede;
esta foi substituída por um envidraçado gigante, com uma grande portada, aberta, mesmo em frente de mim...
por esse envidraçado, apercebo-me que é ainda noite fechada, que estou na cobertura de um gigante arranha-céus;
no horizonte do meu olhar, vejo outros arranha-céus e uma lua gigante, iluminando o que creio ser o mar (pelo menos não lhe vejo um fim)!!!
corro toda a cortina e, do meu lado esquerdo surge uma piscina do tamanho de meio campo de voleibol;na face mais distante vejo a silhueta de uma mulher, totalmente nua, erguer seu corpo, com a parte inferior do biquíni sobressaindo do restante corpo bronzeado, saindo da água e subindo pela escada;sem olhar para trás, segue até à platibanda, debruça-se sobre ela;
o vento suave que passa esvoaça-lhe o cabelo...
ergue a cabeça e inspira, como que sugando esse vento...

olha para trás e vê-me..."larga" o vento e vem em direcção a mim, com passos delicados e harmoniosos...

ao chegar perto de mim, arranha-me o braço, com todo o carinho, fala-me numa língua que não conheço e...
beija-me deliciosamente..."

QUE ME ACONTECEU?

ONDE ESTOU?

COM QUEM?

= aqui vão 4 respostas, ás quais se podem juntar outras tantas... é só deixar-se ir pelo vento... =
!!!BOA VIAJADA!!!

RESPOSTA 1

QUE ME ACONTECEU?
- Depois de uma noite num Bom bar [estou a falar de um bar com: luz ambiente; pouca gente ou nenhuma (ou seja, ao nosso redor não se via nem ouvia mais ninguém); música que não se ouve, sente-se, não se sabe quem está a tocar nem qual é a composição, somente é bom; uma boa garrafa de vinho (tinto, claro) que nos põe flutuando; resumindo, um bar requintado], uma boa conversa, que não se sabe como começou nem como acabou...

...Entretanto, ao sair do bar rindo porque afinal o vinho pesa um bocadito e os pés não obedecem ao pensamento, esquecemos que temos carro, então, a brisa quente de uma boa noite de Junho convidou-nos a dar um bom passeio sem destino, vigiados pela lua (cheia) cúmplice de todos os nossos segredos…
... acordei

ONDE ESTOU?
- …num quarto do qual não me lembro nunca ter dormido, mas no entanto familiar. É estranho ou talvez não, mas tenho guardado na memória, com um rigor quase assustador os 5 sentidos que ali naquele momento experimentei ao acordar. Sei com certeza que aquele espaço me pertence …
... levanto-me solitária da imensidão da cama, que de tão quente só tive a vontade de sentir de novo a brisa que me embalou até ali …

COM QUEM?
- ….lá fora com o mundo aos pés esteve, desde sempre, á minha espera o homem que me viu adormecer.

RESPOSTA 2

O corpo que se dirige em minha direcção entoa palavras que não consigo decifrar…

Estou tão confusa que não sei se o problema é da língua ou eu é que ñ consigo assimilar. Tudo em meu redor apresenta luxúria e um classe ao qual eu nunca tive acesso, a não ser pelas revistas cor de rosa… Estou imóvel, inerte, olhando com ansiedade e desejo o homem, o vulto, que se dirige a mim…tento pensar, mas o meu cérebro não esta activo, só me tenho uma frase em mente: “ se penso logo existo”, ou seja não consigo pensar logo isto é um sonho, não é real. O vulto está cada vez mais próximo, consigo ver alguns traços, aparenta alguma idade, na casa dos 35, a pele queimada do sol, um corpo tratado e definido. O meu desejo começa a dispara numa ansiedade de tocar naquele corpo. Não compreendo porque me sinto assim, começam a surgir as perguntas, quem é? Conheço? De onde? Como?

- Bom dia – diz-me o vulto sorrindo e numa voz rouca mas meiga, ainda a alguns passos de mim…

É incompreensível a reacção do meu corpo a um homem que a meu cérebro não reconhece, a língua já parece familiar, soa a espanhol mas não o é…

Com uma naturalidade e confiança abraça-me percorrendo as minhas costas nuas, o toque dele faz-me sentir bem, como se já o conhece-se e ele o meu corpo. Envolve-me loucamente, e como anestesiada sem noção do factor tempo volto a sentir o macio dos lençóis, o cheiro dele que me apazigua, os nossos corpos, o cheiro do mar, acaricia-me como se me idolatra-se, como se fosse uma obra…Dejávu é a sensação que em tenho…mas quem é? Como é possível ter este desejo, estar com este a vontade, não quer sair daqui, de um sitio que nem sequer sei onde é, como vim parar, com quem estou?? Ate que ponto damos demasiada importância ao “ter de conhecer primeiro”, ao “dar tempo ao tempo”, ao que faz da vida? ao seu passado?!! Porque que damos tanta importância a pequenos pormenores ? Nunca estive assim, , sinto prazer com ele e uma atracão inexplicável, afinal não é com isto que sempre sonhamos, um homem rico, um local paradisíaco…

Tenho medo de lhe fazer perguntas, de sair deste sonho… ganho coragem e com uma voz melódica e acariciando-o perguntei-lhe apenas onde estamos, a qual me respondeu que estamos no Guatemala, numa aldeia. Atrevo-me, de face corada, a perguntar como viemos cá parar. Ele calmamente como se soubesse o porque que estava fazendo as perguntas explicou-se usando uma certa ironia – pois, o álcool por vezes tem esse efeito nefasto de não nos deixar lembrar de certas coisas, nem sequer as melhores. Durante a festa do Artur…

Quando mencionou o nome Artur, foi como um clique na tecla iniciar, Artur/Cascais/Ruy/Victoria/Rocha/Pedro/Miguel/Ana …foi um rol de pessoas amigas que vieram à mente….mas deixei-o prosseguir.

- Estávamos a conversar sobre a vontade que as pessoas têm de dar uma escapadela e fugirem para outro local, tu expressas-te uma vontade de sair dali, que quando te propus passares a noite comigo não conseguiste recusar…

Depois da tecla iniciar o arranque foi quase perfeito, o meu cérebro começou relembrar dados: este homem é tio de um amigo, chama-se Lourenço, houve uma química, e mais ainda ñ posso dizer, pois o pedido ainda esta em processamento …

Este homem, continua-me a envolver-me a mostrar-me as suas coisas, a pequena aldeia onde estamos, perco a noção do tempo, dos dias…vivo o momento…

RESPOSTA 3

Mais que uma simples resposta ou sensações criadas, tudo aquilo que imaginamos como cenário advém certamente do pretendemos para nós, fisicamente, espiritualmente, sexualy and all the things that we which happen like such a day as you descrived.

QUE ME ACONTECEU???

À partida o mundo ruiu, lençois pretos,mobilia clássica preta,cama de 12m2,sentimento de perdição mas ao mesmo tempo pertinência de perceber o que se passa..................enfim,a resposta xega,afinal não é de dia (o mistério e excitação permanece apesar das vistas e o sexo se renderem ao cansaço)....tudo isto vem acompanhado do mais belo cenário (mulher perfeita,corpo voluptuoso e um incomensurável desejo de voltar a té-la (envolve-la e sentir os seus cabelos molhados,sentir as suas unhas a tocar na minha pele....mesmo que não entenda sua lingua,tudo ta perfeito,afinal não será preciso falar) o enigma é tanto, a envolvência é maior.........ainda se sente os seios dela da noite que decorre........enfim só existe algo que demonstre o pq de tar a ser perfeito para mim..........ela deu-me a lua,não uma simples lua, uma lua gigante que reflecte o aroma dos nossos dois corpos juntos bem lá no azul do mar.

resposta: noite mágica

ONDE ESTOU???????

por mim seria MALVIVAS OU BRASIL OU GRÉCIA.....mas perante prédios,mar, o meu relógio marca a hora portuguesa e lá com mais 12 horas é noite...todo a mobilia em si:

resposta: miami

COM QUEM ???????????

resposta: fica para depois, se está a ser tão perfeito aproveito todos os minutos

CONCLUSÃO:

NOITE MÁGICA/MIAMI MAY BE/SOMEONE WHOS NAMY IS "BEAUTY"

RESPOSTA 4

Decidi visitar Hong-Kong e como não sou de mariquices escolhi o Intercontinental Hotel Hong-Kong.

No primeiro dia fui dar uma volta de táxi pelas principais artérias da cidade, caótica, e perguntei ao taxista o que de melhor se podia ver naquela cidade. Num inglês um tanto ao quanto estranho, lá percebi que de entre outras coisas ele recomendava o Museu de Arte de Hong-Kong, onde era regular realizarem-se exibições de obras de Fundações de vários artistas de renome.

Pedi para me levar lá e é então que me surpreendo com a beleza do edifício. Não é fácil superar o Guggenheim de Nova Iorque, muito menos o de Bilbau de Gehry, mas este não lhes fica atrás.

De entre muitas exposições lá realizadas destacam-se as de Renoir, Dali, Van Gogh, as promovidas pela Fundação Picasso e a que estava a decorrer, the last but not the least, Cézane!Feita a identificação à entrada dirigi-me para o detector de metais, mas como estava do outro lado do mundo, os ocidentais não passam despercebidos, fui para a máquina de raio-x em que não era um “chinoca” a vigiar, era um inglês, pude constatar.Conversa para a frente, conversa para trás, ele disse-me que havia uma mulher italiana que fazia segurança às obras daquele museu.

Quando a encontrei não vi nenhuma obra de arte a que ela pudesse fazer vigilância, ela é que devia ter segurança a vigiá-la.
Que monumento!
Nem a farda que vestia me enganava.
Não resisti. Como estava no fim do mundo e não tinha nada a perder, esperei pelo final do turno da italiana.

Quando ela saiu fui ter com ela e apresentei-me (_______ das carícias, alguns percebem o significado).
Ela ficou contente por encontrar um latino europeu e foi naquela altura que me apercebi que Portugal e Itália até são países vizinhos!

Ela chamava-se Francesca, uii…

Combinamos ir tomar uma bebida a um tasco agradável e ela recomendou o La Dolve Vita na Rua Lan Kwai Fong. Mesmo a calhar.
De entre os vários capuccinos que existem (não há só um tipo) escolhi um de cevada e um dolce para lanchar.

A Francesca era natural de Roma e era apreciadora de arte. Tinha trabalhado como conservadora no Museu Nacional de Roma e contou-me que a melhor forma de estar mais perto das obras do Museu de Arte de Hong-Kong era ser vigilante de obras, visto que é praticamente impossível pertencer ao quadro de funcionários do Museu.
Ela tentou entrar para a empresa multinacional de vigilância e não foi difícil conseguir, visto que o seu perfil e curriculum eram altamente recomendáveis.
Como também gosto de cultura sob a forma de pintura ou escultura e também de Itália, a nossa empatia e afinidade foi imediata.

Ela era bella, la piu bella ragazza del’Hong-Kong. Uma típica italiana.

Dali fomos para o Island Changri-la Hotel, onde ela estava hospedada.
Pelo que me contou era um hotel de eleição, com música ao vivo e quartos assinados por estilistas, designers, etc. O dela era da autoria do arquitecto Jean Nouvel. Naquele fim de tarde e durante a noite havia free-jazz na sala principal do Hotel (era uma semana dedicada ao Jazz).

A empatia era cada vez maior.

Convidei-a para dançar e, como o free-jazz não é lá muito bom para dançar, para mudarmos de sala. Fomos para uma secundária, mais acolhedora, onde era tocado soft-jazz, com voz, piano e saxo. O ideal.
Estava a ficar “ligado” nela.
A bambina, a certa altura, convida-me a subir ao quarto dela. Aí vi que ela também queria o mesmo que eu.
Não sendo suficiente aquele hotel ser o mais alto de Hong-Kong, o quarto dela era no último andar (no terraço)! Fiz rapidamente as contas, 57º andar, elevador a +/- 1,2m/s, ou seja, cerca de 3 ou 4 minutos até lá chegar.
Ela sabia tanto como eu que a viagem ia ser longa.
Mal a porta se fechou, o braço que ela tinha no meu saltou-me para o pescoço e agarrou-me de tal maneira que fui beijado como nunca tinha sido.
Quando saímos do elevador já estávamos completamente descompostos e descontrolados.
Entre a entrada no quarto e o momento em que acordei só vos digo que foi sexo magistral. Único!

(Se gostarem da história, talvez conte o que se passou entretanto)

Quando acordei, realmente não sabia onde estava. Ainda estava em êxtase.

Não sabia o que estava ali a fazer deitado, nu e num sítio que mais parecia uma sala de museu. Aquela decoração do quarto parecia mesmo um museu. Até um quadro de Salvador Dali tinha!Olho para o meu relógio e vejo que são 15:12, mas… está escuro?! Ah! Nem acertei a hora local, na realidade são 23:12.À minha volta não vejo nada. Espreito para debaixo da cama e vejo escondida uma camisa branca, meias de Lycra a 8/10, boxers de seda, meias pretas, uma tanguinha cor-de-rosa, um blazer, um soutien rendado, uma blusa e uma saia. Algumas coisas eram minhas, e as outras? Pois, aquela tanga cor-de-rosa não deixava margem para dúvidas, era da ragazza italiana!

Agora sim, sei onde estou. Mas não sei onde ela está. Foi embora?
Não, o quarto era dela.

Procurei-a e através de uma vidraça vi-a numa piscina contígua ao quarto a tomar banho. O bronzeado mostrava a latinidade da Francesca.
Quando chegou ao pé de mim disse-me algo que não percebi, excepto o meu nome, e beija-me profunda, deliciosa e (acho) apaixonadamente. Foi demais.
Mais tarde, quando já estava novamente com ela, mas em Itália, na Piazza Navona, perguntei-lhe o que me tinha dito naquela noite que eu não tinha percebido nada. Ela disse-me que, por ter estudado na Sicília aprendeu a falar siciliano, um italiano com uma pronúncia muito carregada, ao estilo do catalão. E então tinha-me sussurrado: “Se tivesses uma alcunha eras o Ricardo das carícias. Obrigado!”

P.S.: Se isto não aconteceu, podia ter acontecido. Mas será que não aconteceu mesmo?

quarta-feira, 22 de agosto de 2007


terça-feira, 21 de agosto de 2007

esta semana...

...que já começou e bem, com muito trabalho, ora é o que se querer!
Esse grande motivo deixa-me suspeitar que para além deste bocadinho que agora dispenso, não terei muita oportunidade de cá vir nos próximos dias...

vão passar rápido e mal possa deixarei aqui qualquer coisa para me mimar.

Beijo para mim.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Djavan - Oceano

Bom Dia

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Jamiroquai - Virtual Insanity MV

BOM FIM de SEMANA

tenho um corpo vivo,...
... tenho uma canção no corpo,

devia ser para ti.

silvia chueire
"Não te quero senão porque te quero,
e de querer-te a não te querer chego,
e de esperar-te quando não te espero,
passa o meu coração do frio ao fogo.
Quero-te só porque a ti te quero,
Odeio-te sem fim e odiando te rogo,
e a medida do meu amor viajante,
é não te ver e amar-te,
como um cego."



Pablo Neruda

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

hoje...

espero ansiosa o teu telefonema!

terça-feira, 14 de agosto de 2007

uma taça de champagne (bruto)...











ou.................................................:

bom feriado!


segunda-feira, 13 de agosto de 2007

uma tarde em que...

...ansiei por te beijar,
abraçar,
sussurrar-te AMO-TE!

...mesmo não estando lado a lado senti-te mais presente, mais quente do que nunca.
Sem conseguires bater o olhar em retirada.

...vejo-te sempre assim,
espectador,
atento,
inteligente,
que procura sempre mais.



sexta-feira, 10 de agosto de 2007

ufff...

BOM FIM de SEMANA!


Não sei como consigo
amar-te tanto...
... e de um jeito tal que desconhecia

Poder amar-te ainda
um outro tanto.

Maria Teresa Horta

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

....a fomegar.


quarta-feira, 8 de agosto de 2007

terça-feira, 7 de agosto de 2007


As mãos desceram através da pele,
Como o alisar da areia por uma onda.
Sentiram-lhe a textura,
A maciez,
O calor.
Os lábios abriram-se,

para receber o beijo...
que não estava.
Então…
O pensamento soltou-se.
Procurou a outra pele...
O outro cheiro,
O outro calor ,
As outras mãos ,
Os outros lábios.
E num momento de entrega a um,
mesmo à distância ...
Fomos dois!

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

da minha janela vejo o mundo


... saber esperar
é o caminho mais seguro
para viver a esperança
desde que se saiba o que
se quer e se espere com
sabedoria

Daniel Sant'Iago

domingo, 5 de agosto de 2007

agora

... Ausência é diferente
De lembrança ou de saudade. É algo maior!
É como se fosse o eco de outro mundo
Zunindo nas cousas, doendo na gente!
... É como sumir no vazio profundo
Que fica estranho e fica imenso em derredor!...


Gilka Machado

4 de Agosto de 2007

Quatro
Quarto
Quina
Qualquer
Quente
Queima
Quando
Quanto
Quinta
Quilómetros
Quase
Quiz
Quimera
.

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

DESEJO



quarta-feira, 1 de agosto de 2007