domingo, 15 de junho de 2008
sexta-feira, 13 de junho de 2008
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Chego...
...a casa fim de tarde
não ouço ruído não consigo distinguir os pormenores mas vejo as silhuetas as portas
pouso a carteira avanço pela luz ténue ao longo do corredor que me vai levar ao banho já preparado com água tépida um cheiro a jasmim invade o espaço
dispo a roupa cansada de um dia extenuante entro sinto o corpo dissociar
fecho os olhos
quando os abro não sei onde estou de onde vim à quanto tempo
mas
sei quem és porque ali estás
não dizes nada as palavras não são precisas
os cheiros intensificam-se a temperatura sobe
não há tempo nem lugar
só um...
não ouço ruído não consigo distinguir os pormenores mas vejo as silhuetas as portas
pouso a carteira avanço pela luz ténue ao longo do corredor que me vai levar ao banho já preparado com água tépida um cheiro a jasmim invade o espaço
dispo a roupa cansada de um dia extenuante entro sinto o corpo dissociar
fecho os olhos
quando os abro não sei onde estou de onde vim à quanto tempo
mas
sei quem és porque ali estás
não dizes nada as palavras não são precisas
os cheiros intensificam-se a temperatura sobe
não há tempo nem lugar
só um...
domingo, 8 de junho de 2008
sábado, 7 de junho de 2008
Um dia...
Sei que me vieste visitar por que as saudades apertaram, tal como eu sempre faço, tu sabes. Gostamos de estar juntos, sentimo-nos bem, rimo-nos, abraçamo-nos, brincamos, conversamos longamente sobre o passado, o presente, as perspectivas de futuro, mas nunca, nunca falámos no que realmente nos toca, num futuro a dois, o “nosso” futuro. Talvez seja uma defesa, com aqual nos sentimos bem (ou mal). É mais seguro assim, o arriscar pode ser a perda.
Depois vem a despedida mais uma vez. Olhámo-nos sofridos de ausência para nos voltarmos a visitar quando as saudades apertarem.
Eu sei, e tu também que é assim, mas não tocamos nesse assunto.
Talvez por não nos querermos perder continuaremos só amigos.
Voltarei a visitar-te quando as saudades apertarem outra vez… (tu sabes)
Voltarás a visitar-me quando as saudades apertarem outra vez… (eu sei)
Hás-de ser sempre a minha rapariga (mas isso, tu não sabes)
Depois vem a despedida mais uma vez. Olhámo-nos sofridos de ausência para nos voltarmos a visitar quando as saudades apertarem.
Eu sei, e tu também que é assim, mas não tocamos nesse assunto.
Talvez por não nos querermos perder continuaremos só amigos.
Voltarei a visitar-te quando as saudades apertarem outra vez… (tu sabes)
Voltarás a visitar-me quando as saudades apertarem outra vez… (eu sei)
Hás-de ser sempre a minha rapariga (mas isso, tu não sabes)
quarta-feira, 4 de junho de 2008
sexta-feira, 30 de maio de 2008
quarta-feira, 28 de maio de 2008
segunda-feira, 26 de maio de 2008
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