que noite, sem ver, sem cheiro, sem ouvir, quase sem sentir.... fui sem saber, parei e entrei onde é sempre a minha morada, tua cama o meu refúgio, teus lençóis o meu aconchego e teus braços abertos o meu mundo onde me dou sem medos.
Que feliz acordar.
A
segunda-feira, 30 de julho de 2007
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